Foto: maya_gypsy

Hoje vou escrever sobre como agora vejo a vida doutra maneira. Como deixei de ser a vitima e comecei a ser a heroína da minha história.

A heroína não culpa os outros, não está à procura de bodes expiatórios para o que lhe acontece mal ou “corre mal na vida”.

Sabe que tem padrões que a levam a encontrar situações parecidas vezes e vezes sem conta até mudar a sua maneira de ser ou agir.

A heroina assume então responsabilidade pela sua vida e pelos seus resultados.

A heroína sabe que está a seguir o caminho certo quando está a agir com integridade e quando segue o seu coração. Não está sempre a perguntar a toda a gente como há-de agir ou o que há-de fazer.

Eu sou culpada de fazer isto muitas vezes: achar que tenho que recolher toda a informação para tomar uma decisão. Mas muitas vezes, quando estamos mesmo indecisas, isso quer dizer que as coisas são parecidas ou ela por ela. Por isso é difícil chegar lá pela lógica. E então temos que ir mais pela intuição, pelo que sentimos e pelo nosso coração.

Mas estou a fugir do ponto… ;) Voltando à heroína…

A heroína não fica à espera que os outros lhe digam para seguir em frente. Sabe o que quer, o seu objetivo e segue em frente para o alcançar.

No caminho vence todos os obstáculos e passa por cima de tudo o que for preciso para chegar onde quer.

A heroína não hesita (pelo menos muito ;)). Não fica a pensar se é isto que realmente quer, enquanto o tempo passa e nada acontece.

Está sempre a agir e aos poucos vai-se aproximando mais e mais do objetivo final.

Finalmente a heroína não tem roupas sem graça nem o cabelo em pé ;) A sério, tens visto filmes não tens? ;)

A heroína está no seu poder e veste-se com roupas poderosas e mostra quem é através do que veste e através da sua imagem.

A heroína é acima de tudo 100% ela própria.

Não está a imitar o A, o B ou o C. Nem está a tentar passar despercebida.

A heroína não se preocupa com as opiniões dos outros nem formata a sua vida para agradar a gregos e troianos.

Está decidida, tem um plano (basicamente uma visão), e continua sempre até lá chegar.

Ontem estive a ver um bocado de um programa da Khloé Kardashian, Revenge Body ou assim.

Uma das raparigas concorrentes do programa estava em completo modo de vitima porque tinha sido atropelada e falava como se os 3 meses em que teve que estar parada fossem a culpa de tudo. De ter engordado, de não arranjar emprego em moda, de sentir que não sabia porque é que aquilo lhe tinha acontecido a ela.

Para quem está de fora era fácil ver as desculpas e como o atropelamento estava a ser usado para justificar tudo o que lhe estava a correr mal. Como foi uma desculpa para desistir, depois de se ter agarrado à ideia que “não sei porque é que isto me aconteceu a mim.”

Na realidade não interessa porquê, estamos vivos, há coisas que acontecem, seja com a nossa ajuda ou não. Depois de acontecerem, podemos tirar a nossa lição e andar para a frente. Em vez de usar isso como uma desculpa para nos sentirmos cada vez mais vitimas e fora de controlo.

Claro que já me senti vitima imensas vezes e continuo a sentir. É fácil falar quando estamos de fora ;). E acho que é bom sentirmos os sentimentos e falarmos sobre isso.

Mas há medida que passamos a acreditar que tudo acontece para nós, é mais simples encontrar as lições podemos tirar de cada situação. Como é que ela contribui para sermos mais fortes, melhores e continuarmos para a frente. Com mais força, coragem e determinação.

E como é que ela nos ajuda a olharmos para o mundo de outra maneira?

Sermos heroínas está sempre ao nosso alcance.

É só mudarmos a nossa maneira de pensar, e agir como a heroína que somos.

Ela está sempre cá dentro. Nós é que escolhemos.

O que vais ser hoje? O que vais ser agora? A vitima ou a heroína?

Beijinhos,
Lena*

P.S. Uma maneira de encontrares a tua heroína é fazeres journaling. Fazendo journaling descobres mais sobre ti, crias novas visões, mudas a tua vida. Vê mais sobre o curso aqui. Começamos em Março! xxx

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