Hoje queria-te perguntar se sabes o que queres, mesmo?

Se estás a ir atrás dos teus sonhos?

Se te permites imaginar a melhor vida possível. E se te podes ver a tê-la.

Se te podes ver a aproveitar essa vida e a estar nela…

Consegues mesmo entrar nessa vida?

Para mim, têm sido anos a tentar compreender-me.

Acho que estamos tão condicionadas a ser a pessoa que precisamos ser… para satisfazer as pessoas à nossa volta. Que nos empurramos para o lado.

Temos que dizer aos nossos sonhos: sim, eu sei que estás aí, mas esquece.

O que é que isso significa para A ou B ou C? Não dá, não vês que é impossível?

Somos condicionadas a comportar-nos da maneira que nos faz sentir aceites e amadas. Estamos a viver como a sociedade nos disse para sermos e como aprendemos a ser.

Estamos tão condicionadas que às vezes nem conseguimos chegar ao que está dentro de nós.

Há uma voz lá, que nos tenta dizer … sim, tu podes ter esse sonho. Podes escrever um livro, podes só escrever. Podes dançar.

Pode fazer uma coleção de moda. Ou uma coleção de biquínis.

Sim podes. Ir atrás daquela intuição que te diz – porque não tentar surf ou aprender a Italiano? Por que não ir à praia?

Essa voz baixinha está lá, mas aprendemos a afastá-la. A ignorá-la. Aprendemos que é perigoso ouvi-la.

Se calhar uma vez ouviste e defendeste-te, e as pessoas à tua volta fizeram com que te sentisses ainda mais pequena.

Se calhar uma vez contaste os teus grandes sonhos e as pessoas disseram-te como isso é impossível. Talvez se tenham rido de ti.

E pouco a pouco, passo a passo, aprendeste a afastá-la. A dizer-lhe para estar calada. Aprendeste a mostrar ao mundo a parte “certa” de ti. Aquela que é razoável.

A parte de ti que sabe como se comportar em público e diz as coisas certas, para que todos possam concordar contigo.

Aprendeste a diminuir a tua luz e a mostrar outra luz. A luz do que é aceitável. A luz com a qual os outros podem concordar.

Como é que está a correr?

Consegues sentir-te viva, na tua vida?

Acreditas que estás a ir para a vida que imaginaste, quando tudo era possível para ti?

Quando estavas só a brincar e vias o teu futuro? Ainda não sabia exatamente o que ia ser, mas sabias que ia ser incrível. E que tinhas todo o tempo do mundo para chegar lá.

Consegues usar esse sentimento de possibilidade e ver o mundo desse lugar? E então veres o que realmente queres?

Fica aqui o desafio! :)

Beijinhos,
Lena*

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